domingo, 13 de julho de 2008

Ainda Ianda .


O pedaço de mim, a metade afastada de mim...
Não há dor pior no mundo que a dor de uma mãe ao ver um filho partir...
Um filho que “começava a existir”.
O pedaço de mim, a metade exilada de mim...
Ver-se afastada para sempre de um ser amado, de um ser esperado, deixa com certeza qualquer ser humano desesperado.
O pedaço de mim, a metade arrancada de mim...
Roubaram o direito da despedida... De mim foi “arrancada” a minha menina.
O pedaço de mim, a metade adorada de mim...
A saudade é o pior castigo, mas só quero levar comigo o amor... o amor que nunca morreu.
E nunca o peso de um adeus.
(Baseado numa música de Chico Buarque)

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