
Sou um móbile solto no furacão,qualquer calmaria me dá solidão.
"Meu amor" tem um jeitinho só seu de ser.
Sentada na praça a espera.
Pessoas ao redor se comunicam, cada um desenvolve uma expressão.
Enquanto uns ficam a observar, outros interagem entre si.
Há ruídos por todos os lados...
O liquidificador não pára, há drinks para todos os gostos, e alimento também.
Cada um se distrai a sua maneira.
Alguém vem buscar, e sentada na praça a esperar...
A lua as nuvens escondeu.
Não importa “quem vai... quem vem”.
Tudo está em constante movimento.
E isso não para...
E nem pode parar!
Não sei o que vejo.


-Réplica -


A minha boca nesse momento só deseja uma boca... aquela do sorriso belo.
O meu corpo só sente prazer junto daquele corpo.
Na minha cabeça só há espaço pra um... espaço esse que já é dividido com o meus pensamentos mais utópicos.
E o meu core, é como um porão... tem várias coisas dentro, mas só lembro das que me convém, das que me fazem bem.

Quero colocar num papel todas as minhas experiências... compartilhar.
Essa minha nova parada para a escrita tem um motivo,um grande motivo que é homenagear.
Conheci um moço que me deu muito sossego e me mostrou,mesmo que indiretamente,coisas que antes eu não conseguia enxergar.
De uma bonomia indiscutível e uma beleza infinita (que emana de dentro)ele consegue ser diferente e se destaca pela sua discrição e quietude.
Solidariedade ou Aureone?
Uma dessas palavras é o nome.
Os relacionamentos efêmeros me matam!
APENAS... UMA PRECE...
Que a nova geração olhe não para a Televisão... Mas para uma grande janela... A janela da História do Mundo... A História da Vida... A História da Arte e da Ciência... Que O ARCO ÍRIS seja de fato as cores transpostas na retina... Que esta geração combata a imobilidade dos passos...
bjus, Lucinha Valois22/05/08



Aqui eu escrevo tudo sobre mim e minhas descobertas...