"Meu amor" tem um jeitinho só seu de ser.Vive a me enlouquecer com seu sorriso.
E a me "tirar o juízo".
Com o olhar inocente, vai me cativando.
E assim eu vou levando...
Ele não é meu,
Ele não é de ninguém.
Pessoas não têm dono.
Pessoas são livres.
E é assim que o quero.
Livre, forte, lindo... como um colibri.
Aos poucos “tira todo o meu néctar”.
Descobre-me...
Como ninguém havia feito.
Eu me entrego, como nunca...
E assim sigo.
Criando a minha própria história.
E fazendo parte de tantas outras.
Dessa história eu não quero mais sair.
"Meu amor" já faz parte de mim.
Não sei se vai ter fim...
Talvez sim.
Mas não estou nem aqui.
O quem tem de ser vai ser.
E está sendo...
E mais um capítulo se inicia, nessa minha vida de poesia.

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